terça-feira, 16 de setembro de 2008

Eu e Rosana na noite cultural da E.C.05

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Paranoá o índio apaixonado

Ele vivia só, na imensidão do Planalto, ora andando entre o cerrado, ora entre a floresta densa. Jaci, a lua, muitas e muitas noites vinha iluminá-lo, ungindo de tons prateados sés corpo másculo. Amava-o. Paranoá, porém, parecia insensível e distante. Queria "a que havia de vir". Quando curumim, um dia dela falara-lhe o velho pajé:- Guardarás teu amor, tua força, teus desvelos, o melhor de tua caça, à bela que Tupã te destinou.Paranoá crescera, esbelto e ágil, fazendo-se magnífico guerreiro. Descendia dos tapuias, mas sua nação desaparecera e somente ele permanecia, à espera "da que havia de vir". Lembrava-se que o pajé dissera-lhe que sua amada anunciaria sua vinda nos ecos da floresta.Paranoá esperava, ora o ouvido pegado ao chão, ora o olhar estendido na planura, sem nunca perceber que quando maior era a solidão, Jaci reaparecia.Certa tarde, a mata estremeceu. Os ruídos foram-se avolumando. Trovões pareciam ter descido à terra e tudo entrava em convulsão, multiplicando-se os sons, como se a floresta tombasse aos golpes de muitos machados.- É ela! - exclamou Paranoá, pondo-se alerta.Sim, era ela. Uma figura alada, fulgurante e bela, mil vezes mais bela que as mulheres de sorriso moreno que conhecera em sua tribo. A paixão aprisionada durante a espera transbordava agora em ímpetos incontroláveis. Ante o deslumbramento de Paranoá, a figura excelsa estendeu serenamente as asas, como a querer acolhê-lo.- És tu a anunciada do pajé? - perguntou Paranoá.- Sou. Vim para que não vivas mais só. - disse ela - Eu sou Brasília!Então, Paranoá, abrindo os braços, fremente de emoção, correu para cingi-la.Jaci, entretanto, espreitava. Ela, que o acalentara durante a solidão, embora conformada com sua indiferença, sofria agora, ao perdê-lo para sempre. Quis vê-lo uma última vez e sua luz refletiu-se nos olhos do guerreiro. Paranoá deteve-se, num estremecimento. Pela primeira vez, contemplou a meiguice de Jaci e a suave tristeza de sua luz. Só então compreendeu que amava Jaci e hesitou. Ante sua vacilação, Tupã irritou-se, condenando-o à imobilidade e convertendo-o num lago, de braços sempre abertos, sem jamais alcançar aquela por quem tanto esperara.Jaci condoeu-se de Paranoá e, tangida pelo remorso, refugiou-se atrás de uma nuvem. De quando em vez, Jaci volta. Demora-se sobre o lago e, como a penitenciar-se de sua culpa, cobre de prata a sua superfície, ao mesmo tempo que inunda Brasília de luz. E cada vez Jaci regressa chorando orvalho e mentindo às estrelas, dizendo que assistiu às núpcias de Paranoá e Brasília

domingo, 7 de setembro de 2008






A amizade entre uma menina e um lápis é o fio condutor desta bela história,que de forma lúdica faz uma crítica a todo tipo de preconceito.Vale a pena conferir...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008




Nossa culminância do projeto foi super trabalhosa e corrida,mas valeu a pena...

domingo, 24 de agosto de 2008





Aqui esta a Vovó Zinha,na posse dos representantes de turma da escola.Foi muito legal...

domingo, 17 de agosto de 2008



Olha que fofas esses bonecos...Eles são feitos de eva.



Olha que graça essa boneca feita de caixa de fósforo.Vou usá-la na semana do folclore...