segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Andava pela floresta uma letrinha muito triste porque não tinha com quem brincar, ela se chamava A (todos repetem AAAAAAAAA)
De repente ela encontrou um lápis pulando, pulando e desenhando muitos animais, parecia mágica: ele dava um pulo e aparecia uma joaninha, se arrastava pelo chão e vejam uma cobra.
Então como ela era muito esperta teve uma idéia:
- Seu lápis, seu lápis, será que o senhor não pode desenhar um amigo pra mim.
Assim não vou ficar tão sozinha.
- Claro menininha A eu vou desenhar sim.
De um salto deu uma estrelinha e vejam desenhou a letra E (eeeeeeeeeee)
E os dois saíram de mãos dadas brincando de cerecece, até enjoarem.
- E agora enjoei de brincar só de cerececê, será que o lápis não faz mais um amiguinho pra nós?
E começaram a gritar porque o lápis já estava chegando á avenida
- Seu lápis, seu lápis espera aí a gente cansou de brincar de cerececê, desenha mais um amiguinho, vai seu lápis.
E o lápis que estava louco para ir embora respondeu:
- tá bom, tá bom
E desenhou a letra I (iiiiiiiiiiiiiiiiiiiii) e eles ficaram maravilhados brincaram de esconde- esconde, pega-pega. Foi quando a letra E disse:
- caramba e o futebol, eu adoro brincar de futebol...
E adivinhem o que eles fizeram: isso mesmo saíram os três atrás do lápis que já estava quase subindo no ônibus
- espera aí, espera aí, seu lápis volta aqui, por favor
E o lápis voltou correndo pra ver o que tinha acontecido, correu ou melhor pulou que nem doido:
- pode falar o que houve agora ufa, ufa
- é que a gente não consegue brincar de futebol
- ha, já sei vocês querem mais amiguinhos, acertei?
- é isso, é isso, vai seu lápis a gente promete que não pertuba mais.
- tá bom, eu vou desenhar a letrinha O (ooooooooooo) e vou desenhar também a letrinha


U (uuuuuuuuuu) pra vocês se divertirem a vontade, porque ainda tenho muito que escrever e desenhar por aí, não posso mais ficar aqui.
Então o lápis saiu pulando, rodopiando subiu no ônibus e gritou:
Façam um gooool pra mim....
Assim nasceu a família das vogais (vamos lembrar?)

A - E - I - O - U

Obs. O interessante é que conforme formos narrando a história, desenharmos na lousa os personagens na ordem que vão aparecendo, os bichos, o ônibus o lápis pulando pra cá e pra lá, balões de fala dos personagens.
Claro cada professora tem seu próprio ritmo, portanto podemos fazer uma história em quadrinhos na lousa (conforme formos narrando) ou apenas desenhando as letras personificadas...
Autora: Vera Pontes
RETIRADO DO BLOG CRIANDO E COPIANDO SEMPRE

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

LENDA DA VITÓRIA RÉGIA

"A lenda da vitória-régia é uma lenda brasileira de origem indígena tupi-guarani.

Há muitos anos, em uma tribo indígena, contava-se que a lua (Jaci, para os índios) era uma deusa que ao despontar a noite, beijava e enchia de luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia - as cunhantãs-moças. Sempre que ela se escondia atrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformava em estrelas no firmamento.

Uma linda jovem virgem da tribo, a guerreira Naiá, vivia sonhando com este encontro e mal podia esperar pelo grande dia em que seria chamada por Jaci. Os anciãos da tribo alertavam Naiá: depois de seu encontro com a sedutora deusa, as moças perdiam seu sangue e sua carne, tornando-se luz - viravam as estrelas do céu. Mas quem a impediria? Naiá queria porque queria ser levada pela lua. À noite, cavalgava pelas montanhas atrás dela, sem nunca alcançá-la. Todas as noites eram assim, e a jovem índia definhava, sonhando com o encontro, sem desistir. Não comia e nem bebia nada. Tão obcecada ficou que não havia pajé que lhe desse jeito.

Um dia, tendo parado para descansar à beira de um lago, viu em sua superfície a imagem do deusa amada: a lua refletida em suas águas. Cega pelo seu sonho, lançou-se ao fundo e se afogou. A lua, compadecida, quis recompensar o sacrifício da bela jovem india, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente de todas aquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", única e perfeita, que é a planta vitória-régia. Assim, nasceu uma linda planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas."

sábado, 1 de agosto de 2009